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sábado, 17 de abril de 2021

PREVISÕES FURADAS 2

Você já apresentou algum projeto, que recusaram e/ou falaram alguma coisa para te desmotivar?

Já ouviu alguma opinião de alguém tido como “Especialista” te contrariando ??
Pois é, eles também :

· TELEFONE:."Esse tal de 'telefone' tem muitas deficiências para ser consideradoseriamente como um meio de comunicação. O aparelho não tem nenhum valor que nos seja inerente."Memorando interno da Western Union, em 1876

“Os americanos têm necessidade de telefones, mas nós não. Temos um monte de mensageiros”. Sir William Preece, engenheiro-chefe da Escritório Postal Britânico, em 1878.

“É uma grande invenção, mas de qualquer forma, quem iria usar isso?” Rutherford B. Hayes, presidente norte-americano, depois da demonstração do telefone de Alexander Bell, em 1876.


· RÁDIO E TELEVISÃO:“O rádio não tem futuro”Lord Kelvin, matemático e físico, em 1897.
“A caixa de música sem fio não tem valor comercial imaginável. Quem pagaria para uma mensagem enviada para ninguém em particular?"Associados de David Sarnoff, respondendo a um pedido de investimento para o rádio, em 1921.

“O fonógrafo não tem nenhum valor comercial”. Thomas Edison, inventor norte-americano, nos anos 1880.
“A televisão não vai durar. É uma tempestade num copo d’água”.Mary Somerville, pioneira em radiodifusão educacional, em 1948.
“A televisão não vai durar porque, logo, as pessoas irão ficar cansadas de olhar para uma caixa de madeira todas as noites”. Darryl Zanuck, produtor de cinema da 20th Century Fox, em 1946.
"Quem diabos deseja ouvir os atores falando?"H. M. Warner, co-fundador da Warner Brothers, em 1927
."A televisão não conseguirá manter por mais de seis meses nenhummercado que venha a conquistar. As pessoas logo se cansarão de ficarolhando para uma caixa de madeira aglomerada, todas as noites."Darryl Zanuck, executivo da Fox, em 1946

· AUTOMÓVEIS:“O cavalo está aqui para ficar, mas o automóvel é apenas uma novidade, uma moda”. Presidente do banco de Michigan alertando o advogado de Henry Ford para não investir na montadora, em 1903.

"Que o automóvel praticamente chegou ao seu limite é confirmado pelo fato de que, nos últimos anos, nenhum aprimoramento radical foi introduzido."Revista Scientific American, em 1909

“A ‘carruagem sem cavalo’ normal é, no momento, uma luxuria para os ricos, e por causa do seu preço, provavelmente vai falhar no futuro. Com certeza, jamais se tornará tão comum como a bicicleta”.Literary Digest, em 1899.


· AVIAÇÃO COMERCIAL, MILITAR E AEROESPACIAL:“O homem não irá voar em 50 anos”. Wilbur Wright, pioneiro da aviação, ao irmão Orville, depois de uma tentativa fracassada de voar, em 1901 (os dois norte-americanos obtiveram sucesso em 1903).

"Máquinas de voar mais pesadas do que o ar são impossíveis".Lord Kelvin, matemático, físico e presidente da Sociedade Real Britânica, em 1895.

“Jamais será construído um avião grande”. Engenheiro da Boeing, depois do primeiro vôo do modelo 247, que tinha motor duplo e transportava 10 pessoas.

"Aviões são brinquedos interessantes, mas não têm valor millitar".Marechal Ferdinand Foch, professor de estratégia da Ecole Superieure de Guerre, em 1904.

“Um foguete jamais será capaz de deixar a atmosfera da Terra”.Jornal New York Times, em 1936.

"O homem nunca chegará à Lua, independentemente de todos os futuros avanços científicos."Lee de Forest, pai do rádio, em 1969

Vale a reflexão !

um abraço

"ALTEMARKETING"
Contato: altemarketing@bol.com.br

domingo, 28 de março de 2021

A INCRÍVEL ARTE DE RESOLVER PROBLEMAS

O último post propositalmente abriu um precedente importante, para discutirmos sobre esse tema. Recebi vários e-mails, confirmando a existência do “modus operand” apresentado no gráfico.
Parte desses e-mails tinham seus relatos como expectadores, a outra parte assumia sim que eram protagonistas e que colocavam em prática, afirmando que utilizá-lo era questão de sobrevivência.
Polêmicas a parte, gostaria de me concentrar na questão solução de um problema:
Diria que resolver um problema por mais óbvio que isso possa parecer, é antes de tudo QUERER !
Sem dúvida, esse QUERER não é fácil, afinal vivemos em um mundo onde nossas funções são bem restritas e correr riscos identificando “uma bomba” e mexendo nela pode ser perigoso.
No entanto, cada vez mais se faz necessário um perfil de profissional generalista, capaz de não estar apenas focado no ramo que atua, mas sim ter uma visão ampla do negócio e da situação e isso não importa se você é de T.I, área Financeira, Marketing, Administrativa, Comercial etc.
Pergunte a você mesmo, seria capaz de tentar resolver algo que não diretamente esteja relacionado a você?
E se desse errado, seria capaz de admitir o erro perante todos?
Você é daqueles que arriscam ou é daqueles que preferem ficar no anonimato, não se expondo, não correndo riscos ?
Saiba, que não é demérito não arriscar ou deixar para os outros arriscaram ( afinal pode ser que alguém tem mais conhecimento que você).
O que é demérito, é você ver o problema e fingir que não viu, ou ainda por insegurança, achar que não tem capacidade para solucioná-lo.
O bom profissional tem que saber avaliar e ser audacioso, não ter medo de errar, afinal só erra quem faz como diz o ditado.
Mas lembre-se: se for para mexer em algo, recomendo que saiba o que está fazendo para que se errar, tenha boas justificativas. Se você sabe o que está fazendo ou acha que sabe, não tenha medo de tentar.
Ainda no campo dos ditados, existe um que adoro: “ A oportunidade favorece a mente preparada”, ou seja aumentar as chances de êxito, depende do quão preparado você está.
Finalizo com uma percepção:
Cada vez mais as empresas não estão mais em busca do perfil de profissional “Super Homem” que para salvar a mocinha, entra parede a fora, quebrando tudo, ou seja resolve o problema, mas a custo de alguma coisa, o que buscam é a capacidade do profissional em reunir informações suficientes ( isso chama-se trabalho em equipe), para a solução.

Vale a reflexão.

Um abraço

“ALTEMARKETING”


CONTATO: altemarketing@bol.com.br

domingo, 21 de março de 2021

COISAS DO MUNDO CORPORATIVO

Pergunta que não quer calar:

Será que tem gente agindo assim no mundo corporativo?


Mande seus e-mails...(altemarketing@bol.com.br)

abraço
"ALTEMARKETING"

quarta-feira, 17 de março de 2021

POR QUE ÓTIMOS PROFISSIONAIS SÃO DEMITIDOS

O MUNDO COORPORATIVO:

Outro dia, me fizeram uma pergunta muito interessante:


Muitos profissionais, são inteligentes, tem grande conhecimento técnico, gostam de trabalhar e das empresas que trabalham, (literalmente vestem a camisa), chegam cedo e saem tarde, são honestos e ótimos nas soluções dos problemas da organização (muitas vezes resolvem problemas a pedido dos superiores, que não diretamente estariam ligados a ele ou ao departamento). Seus trabalhos, chamam a atenção positivamente, muitas vezes, são elogiados pela Diretoria tendo a confiança deles, são dedicados, seus nomes são sinônimos de trabalho, tem boa índole, não querem prejudicar ninguém, procurando apenas fazer bem feito aquilo que se propõem ou pedem para eles fazerem, mesmo assim são demitidos. Qual a razão??


Inicialmente, eu diria que um grupo incomodado, pode influenciar a Diretoria a tomar essa decisão de demiti-los na menor falha, mesmo sendo esses profissionais comprometidos com o trabalho.


O mundo coorporativo, está repleto de desconfianças, inveja, ciumes e de pessoas que ficariam torcendo para esses bons profissionais “caírem", até mesmo como sendo forma de defesa deles.


Esses profissionais competentes, tem quase que a “missão”, de provar a esse outro grupo, que apenas trabalham bem, e não quer mal e nem  tem o sentimento de prejudicar ninguém.


Há também, situações conflitantes na administração, quando a pedido de um superior o profissional é solicitado a fazer a tarefa que seria de outra pessoa ou departamento.


Nesse caso, aquele que tem sua área “invadida” sente-se prejudicado com o sucesso do outro e aquele que foi “convidado” a fazer determinada tarefa que em teoria pertenceria a outra pessoa ou área, sente que está sendo testado, e seu erro, significaria incompetência para atender uma solicitação superior.


Notadamente, esses pedidos da chefia, para obter a solução através do outro colaborador podem ter em síntese 3 razões:



1 - A reação de ambos colaboradores, de forma que o sucesso de um, sirva de exemplo ao(s) outro(s) como fator motivacional; .



2 - Área ou profissional sobrecarregado que demandaria algum tempo para a nova tarefa, sendo que a Direção não pode esperar para ter a solução por isso pede a outro a intervenção;


3 – Confia no outro profissional, para uma rápida solução.



Qualquer que seja a situação, gostaria de passar algumas dicas:


1 – Equilíbrio emocional:

Muitas pessoas mudam quando são pressionadas, cada um reagindo de uma forma, alguns se desesperam e “travam”, outros vão para cima do problema até resolvê-los, isso é ótimo é verdade, (as empresas gostam de “tratores”), mas tem que ser um “trator” diferente, e aprender a olhar para o lado. É importante manter a serenidade e conhecer seus limites e de seus colegas, detectando uma falha, conduza a situação de forma a não parecer o “salvador da pátria”, mesmo que sua intenção seja apenas cumprir com sucesso aquilo que foi pedido .


2 - Trabalhar em equipe:


É importante o diálogo entre colegas e deixar claro, que está fazendo aquilo por pedido da chefia, mas que você propõe que os 2 possam fazem em conjunto ou buscar a solução em conjunto. Tenha o Feed-Back do colega se terá tempo para lhe ajudar e caso contrário, como ele entenderá sua intervenção.


Caso você tenha feito sozinho a tarefa, ao concluí-la apresente o resultado ao “dono” da área ou tarefa, participando-o de forma que opine e você possa levar ao conhecimento do superior solicitante, que mesmo você fazendo, pôde contar com a experiência do outro e que se descoberto algum erro, foi descoberto por ambos, que se ajudaram mutuamente.



Isso será muito produtivo para futuros trabalhos, no qual não te verão como “ameaça” .


3 – Relacionamento Interpessoal:

Pode ser um grande facilitador na busca de melhores resultados, contando com as pessoas a colaborarem com você espontaneamente ( isso é importante). Nesse sentido aprendi como é importante o relacionamento no trabalho.


Aquele simples e rápido “papo” no cafezinho, horário de almoço, reuniões informais, festas, tomam verdadeiras proporções, de forma positiva.

Esse relacionamento proporciona uma maior compreensão sobre você, permitindo que de forma positiva possam colaborar com o seu sucesso e em caso de você errar, estarão do seu lado, compreendendo a situação, e não mais “torcendo” para que você cometa erros.



Note como uma mesma característica, pode ser vista de formas diferentes, dependendo de quem a vê: em azul, o grupo que “gosta” de você ou que você se relaciona e em vermelho o grupo que “não gosta” de você ou que você simplesmente não mantém contato, muitas vezes até mesmo por certa timidez:




INSISTENTE: PERSERVERANTE / TEIMOSO


TRABALHADOR: DEDICADO / "PUXA-SACO"


RETRAIDO: TÍMIDO / ANTIPÁTICO


SOLUCIONADOR: COMPETENTE / CONVENCIDO


FOCADO: CONCENTRADO / ORGULHOSO



São apenas alguns exemplos, mas perceberam a diferença para a mesma situação?


Concluo dizendo que muitos profissionais, falham no aspecto relacionamento, mas tudo é um aprendizado, sendo importante se esse for o seu caso, você mesmo se alto corrigir e se dar a chance de mudar.


Sobre a importância de mudar, uma frase: 

"Você não pode ser como os Dinossauros, que foram extintos por não se adaptarem ao meio".


Espero que possa ter te ajudado e motivado você a superar sua timidez e se relacionar melhor.




Um abraço



ALTEMARKETING


sábado, 6 de março de 2021

A CAÇADA DO EMU




COACHING 2
Que tal colocarmos em FOCO, o que pretendemos ? Sugestão:  escreva, faça uma lista em  um caderno e todo dia olhe para ela e pense:  

 
Importante: Não basta apenas colocar em FOCO você tem que perseguir até encontrar o que deseja !
 
Estava procurando algo para compartilhar com vocês que pudesse retratar isso perfeitamente  e um dos mais brilhantes palestrantes e consultores, tem um texto perfeito sobre isso.
 
Com vocês o texto do meu "COACH" PROF. Luis Marins:


A CAÇADA DO EMU
 
"Muitas pessoas têm curiosidade de saber o episódio da caçada do EMU que fiz com os aborígines australianos da ilha de Bathurst em 1972, quando estudava antropologia na Austrália. Este episódio, como sempre disse, ensinou-me o valor do foco. Desde então tenho visto que pessoas e empresas que têm foco, têm sucesso. Aqui vai a narração do episódio:

Na noite anterior à caçada, os aborígines australianos, com quem vivi e estudei, fazem a dança da caça onde uma parte do grupo faz o papel da caça e outra parte o dos caçadores. Nessa dança eles acreditam "caçar de fato" o animal. Após a "caçada" (na dança) eles comemoram, fazem as chamadas pinturas rupestres (desenham o animal caçado nas paredes das cavernas ou nas árvores) e vão dormir. No dia seguinte, se levantam e vão "apanhar o animal", com os bumerangues e lanças próprios para (agora sim) caçar o animal que acreditam já ter sido devidamente "caçado" durante a dança na noite anterior.

Um certo dia os aborígines me convidaram para a dança do Emu (Emu é uma avestruz, uma ema que existe naquela parte do mundo) pois iríamos caçar no dia seguinte. Fizemos a dança como descrevi acima.

No dia seguinte deram-me a incumbência de achar as pegadas de emu. Ensinaram-me como eram as pegadas. Ao achar alguma pegada de emu, eu deveria chamar os caçadores.

Os aborígines são exímios examinadores de pegadas. Pela análise eles sabem exatamente onde está o animal para apanhá-lo. Eu ia à frente do grupo. De repente encontrei umas pegadas. Eram na verdade de canguru. Chamei a todos. Eles vieram, viram que as pegadas não eram de emu e sim de canguru e disseram: Essas pegadas são de canguru.

Eu disse: mas canguru não é mais gostoso que emu? Eles responderam: Sim, é. Mas nós hoje estamos caçando EMU e não canguru.

E se espalhavam novamente.

Mais um pouco e encontrava outras pegadas. Sabia que não eram de emu, mas mesmo assim chamei os caçadores.

Eles disseram: Essas pegadas são de wallabies (um pequeno canguru).

Eu disse: mas wallabies não são mais gostosos que emu e até mais gostosos que canguru?

Sim, responderam eles, mas hoje estamos caçando emu e não wallabies ou cangurus.

Outro dia voltaremos para caçar outro animal. Hoje estamos caçando emu!

Na quarta vez que parei a caçada e as pegadas não eram de emu, eles me disseram: - Nós estamos caçando EMU. Fizemos a dança do EMU, trouxemos os bumerangues de EMU, as lanças de EMU. Se você parar a caçada cada vez que encontrar qualquer pegada, nós não vamos caçar nem emu, nem canguru, nem wallabies. Outro dia nós voltaremos para caçar cangurus ou wallabies. Hoje estamos caçando EMU.

Foi então que eu aprendi a razão de todo primitivo ir caçar e voltar com a caça rapidamente.

Eles sabem exatamente o que estão caçando e não se desviam do foco.


Na empresa e no nosso dia-a-dia é a mesma coisa: um objetivo e metas claros e definidos, e muito foco nesses objetivos e metas; se tivermos os instrumentos certos para atingí-los (ou armas adequadas); pessoas certas com as habilidades necessárias, treinadas; dedicação e entusiasmo; com certeza, atingiremos nossos objetivos, por mais audaciosos que pareçam ser. Assim, o foco, é, sem dúvida, um dos principais fatores de sucesso de pessoas e empresas".


Prof. Luis Marins é Consultor e Palestrante.

 
Espero que tenham gostado, vale a reflexão !


QUE VOCÊS POSSAM TER  MUITAS METAS E "CAÇADAS" BEM SUCEDIDAS !


um abraço


"ALTEMARKETING"

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

PREVISÕES FURADAS I

Desde que o Mundo é Mundo, sempre houve "Especialistas" com suas "maravilhosas" opiniões. E você já ouviu alguma opinião contrária de algúem tido como "Especialista"? Se a resposta é sim, não se desmotive, se servir de consolo reuni algumas "Pérolas" de nossa História. Abrindo a série previsões furadas:
Saúde:"Para a maioria das pessoas, o uso do tabaco tem um efeito benéfico."Ian MacDonald, cirurgião americano, em 1969.

Arte e música:"Nós não gostamos do som deles. Grupos com guitarras estão entrando em decadência." Decca Records, ao rejeitar os Beatles, em 1962.

"Careca, magro demais. Dança um pouco”.Avaliação de um alto executivo da MGM rejeitando a contratação do rapaz chamado Fred Astaire.

“É melhor você fazer um curso de secretariado ou arrumar um marido”.Da diretora da agência de modelos Blue Book Modeling a Norma Jean Baker em 1944, rejeitando aquela que 2 anos depois seria contratada pela Twentieth Century Fox com o nome artístico de Marilyn Monroe.
Computadores e tecnologia:“Não há razão para que alguém queira ter um computador em casa”. Ken Olson, presidente e fundador da Digital Equipment Corp. (DEC), fabricante de computadores mainframe computers, discutindo os computadores pessoais, em 1977.

"Mas... para o que serve isso?"Robert Lloyd, executivo da IBM, sobre o microprocessador, em 1968.
"Eu viajei por todos os cantos deste país e conversei com as melhores pessoas, e posso assegurar a você que o processamento de dados é uma moda e não vai durar até o final do ano".Editor responsável por livros de negócios da Prentice Hall, em 1957.

"Esta coisa de antitruste vai passar".Bill Gates, fundador da Microsoft (data não disponível).


“O potencial mercado de máquinas de cópia é de, no máximo, cinco mil (unidades).” IBM, para os eventuais fundadores da Xerox, dizendo que as fotocopiadoras não teriam um mercado tão grande que justificasse a sua produção, em 1959.


"Tudo que pode ser inventado já foi inventado".Charles H. Duell, oficial do escritório de patentes dos Estados Unidos, em 1899.


“Qualquer um familiarizado com o assunto vai reconhecer isso como um evidente fracasso” Henry Morton, presidente do Instituto de Tecnologia Stevens, sobre a lâmpada elétrica de Thomas Edison, em 1880.


“A energia atômica deve ser tão boa como os explosivos de hoje, mas é improvável que produza algo muito mais perigoso”.Winston Churchill, primeiro-ministro britânico, em 1939.
Internet e comunicação por satélite:“A transmissão de documentos por cabos de telefone é possível, em princípio, mas o aparato requerido é tão caro que nunca irá se tornar uma proposta prática”.Dennis Gabor, físico britânico e autor de Inventing the Future, em 1962.

“A compra à distância, apesar de ser completamente possível, irá fracassar - porque a mulher gosta de sair de casa, segurar a mercadoria, gosta de estar apta a mudar a sua intenção”. Revista Time, descartando as compras online antes mesmo de se ouvir falar nelas, em 1966.


“Não há praticamente nenhuma chance dos satélites espaciais de comunicação serem usados para prover melhores serviços de telefone, telégrafo, televisão ou rádio dentro dos Estados Unidos”. T Craven, membro do conselho da Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos, em 1961 (o primeiro satélite comercial de comunicações entrou em serviço em 1965).
LEMBRE-SE SEMPRE DISSO:"Impossível é uma palavra grande que pessoas pequenas usam para te oprimir."
Um abraço
ALTEMARKETING

domingo, 6 de dezembro de 2020

RAUL, O APOIADOR

Por Max Gehringer

SELEÇÃO DE TEXTOS DO MEU “COACH” MR. MAX.

"Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente.

Figuras sem um vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal. Figuras como o Raul.

Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um colega de classe, o Pena, que era um gênio.

Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho.

Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho – com tinta nanquim.

Já o Raul nem dava palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só, apoiar o Pena.

Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava providenciando, antes que o Pena concluísse a frase.

Deu no que deu.

O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o resto de nós passou meio na carona do Pena – que, além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas provas.

No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de ‘paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino’.
E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo.

Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional.

Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos.

E quem era o chefe do Pena? O Raul.

E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição? Ninguém na empresa sabia explicar direito.

O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal afirmação.


Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava.

Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito.

Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami, onde fica a sede da empresa.

Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite. Porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta.

E eu perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta.

O Raul apoiava. Direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer.

Foi quando, num evento em São Paulo, eu conheci o Vice-presidente de recursos humanos da empresa do Raul.

E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável:

Ele entendia de Gente!

Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos.

E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima: “Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo”.

Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas.

Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert e todo pintor comum, um gênio.

Essa era a principal competência dele.

Há grandes Homens que fazem com que todos se sintam pequenos. Mas, o verdadeiro grande homem é aquele que faz com que todos se sintam grandes.

Quem só apoia e deixa os subordinados brilharem é que faz a diferença na maioria dos casos e são exatamente esses que permitem o crescimento dos outros, que mais crescem”

*Max Gehringer é consultor e palestrante

Vale a reflexão
 
"ALTEMARKETING"

E-mail:
altemarketing@bol.com.br

 

domingo, 25 de outubro de 2020

SELEÇÃO DE UM CANDIDATO.



Por Max Gehringer

Vi um anúncio de emprego. A vaga era de Gestor de Atendimento Interno, nome que agora se dá à Seção de Serviços Gerais. E a empresa exigia que os interessados possuíssem – sem contar a formação superior – liderança, criatividade, energia, ambição, conhecimentos de informática, fluência em inglês e não bastasse tudo isso, ainda fossem HANDS ON. Para o felizardo que conseguisse convencer o entrevistador de que possuía essa variada gama de habilidades, o salário era um assombro: 800 reais. Ou seja, um pitico.

Não que esse fosse algum exemplo fora da realidade. Ao contrário, é quase o paradigma dos anúncios de emprego. A abundância de candidatos permite que as empresas levantem cada vez mais a altura da barra que o postulante terá de saltar para ser admitido.

E muitos, de fato, saltam. E se empolgam. E aívêm as agruras da super-qualificação, que é uma espécie do lado avesso do efeito pitico…

Vamos supor que, após uma duríssima competição com outros candidatos tão bem preparados quanto ela, a Fabiana conseguisse ser admitida como gestora de atendimento interno… E um de seus primeiros clientes fosse o seu Borges, Gerente da Contabilidade.

Seu Borges: — Fabiana, eu quero três cópias deste relatório.

Fabiana: — In a hurry!

Seu Borges: — Saúde.

Fabiana: — Não, Seu Borges, isso quer dizer “bem rapidinho”. É que eu tenho fluência em inglês. Aliás, desculpe perguntar, mas por que a empresa exige fluência em inglês se aqui só se fala português?

Seu Borges: — E eu sei lá? Dá para você tirar logo as cópias?

Fabiana: — O senhor não prefere que eu digitalize o relatório? Porque eu tenho profundos conhecimentos de informática.

Seu Borges: — Não, não.. Cópias normais mesmo.

Fabiana: — Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha criatividade. Eu já comecei a desenvolver um projeto pessoal visando eliminar 30% das cópias que tiramos.

Seu Borges: — Fabiana, desse jeito não vai dar!

Fabiana: — E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar.

Seu Borges: — Como assim?

Fabiana: — É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar. E considero isso um desperdício do meu potencial energético.

Seu Borges: — Olha, neste momento, eu só preciso das três cópias.

Fabiana: — Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro…

Seu Borges: — Futuro? Que futuro?

Fabiana: — É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui e ainda não aconteceu nada.

Seu Borges: — Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me aconteceu nada!

Fabiana: — Sei. Mas o senhor é hands on?

Seu Borges: — Hã?

Fabiana: — Hands on….Mão na massa.

Seu Borges: — Claro que sou!


Fabiana: — Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com licença que eu vou sair por aí explorando minhas potencialidades. Foi o que me prometeram quando eu fui contratada.

Então, o mercado de trabalho está ficando dividido em duas facções:

1 – Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque não têm as qualificações requeridas.

2 – E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são admitidos porque possuem todas as competências exigidas nos anúncios, mas não poderão usar nem metade delas, porque, no fundo, a função não precisava delas.

Alguém ponderará – com justa razão – que a empresa está de olho no longo prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário poderá ir sendo preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores.

Em uma empresa em que trabalhei, nós caímos nessa armadilha. Admitimos um montão de gente superqualificada. E as conversas ficaram de tão alto nível que um visitante desavisado confundiria nossa salinha do café com a Fundação Alfred Nobel.

Pessoas superqualificadas não resolvem simples problemas! Um dia um grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas fábricas e no meio da estrada, a van da empresa pifou. Como isso foi antes do advento do milagre do celular, o jeito era confiar no especialista, o Cleto, motorista da van. E aí todos descobriram que o Cleto falava inglês, tinha informática e energia e criatividade e estava fazendo pós-graduação… só que não sabia nem abrir o capô.

Duas horas depois, quando o pessoal ainda estava tentando destrinchar o manual do proprietário, passou um sujeito de bicicleta. Para horror de todos, ele falava “nóis vai” e coisas do gênero. Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a van para funcionar. Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz da vida.

Aquele ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as Empresas modernas torcem o nariz: O QUE É CAPAZ DE RESOLVER, MAS NÃO DE IMPRESSIONAR.
Vale a reflexão!


um abraço
"ALTEMARKETING"

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E-mail:
altemarketing@bol.com.br


domingo, 13 de setembro de 2020

JESUS É PERIPATÉTICO

COACHING 1
SELEÇÃO DE TEXTOS DO MEU “COACH” MR. MAX, ABRINDO A SÉRIE:
JESUS É PERIPATÉTICO

por Max Gehringer

“Numa das empresas em que trabalhei, eu fazia parte de um grupo de treinadores voluntários. Éramos coordenados pelo chefe de treinamento, o professor Lima, e tínhamos até um lema: “Para poder ensinar, antes é preciso aprender” ( copiado, se bem me recordo, de uma literatura do Senai). Um dia, nos reunimos para discutir a melhor forma de ministrar um curso para cerca de 200 funcionários. Estava claro que o método convencional – botar todo mundo numa sala – não iria funcionar, já que o professor insistia na necessidade da interação, impraticável com um público daquele tamanho. Como sempre acontece nessas reuniões, a imaginação voou longe do objetivo, até que, lá pelas tantas, uma colega propôs usarmos um trecho do Sermão da Montanha como tema do evento. E o professor, que até ali estava meio quieto, respondeu de primeira. Aliás, pensou alto:
_ Jesus era peripatético...
Seguiu-se uma constrangida troca de olhares, mas, antes que o hiato pudesse ser quebrado por alguém com coragem para retrucar a afronta, dona Dirce, a secretária, interrompeu a reunião para dizer que o gerente de RH precisava falar urgentemente com o professor . E, lá se foi ele, deixando a sala à vontade para conspirar.
_ Não sei vocês, mas eu achei esse comentário de extremo mau gosto – disse a Laura.
_ Eu nem diria de mau gosto, Laura. Eu diria ofensivo mesmo – emendou o Jorge, para acrescentar que estava chocado, no que foi amparado por um silêncio geral.
Talvez o professor não queira misturar religião com treinamento – ponderou o Sales, que era o mais ponderado de todos. _ Mas eu até vejo uma razão para isso...
_ Que isso, Sales? Que razão??
_ Bom, para mim, é óbvio que ele é ateu.
_ Não diga!
_ Digo. Quer dizer, é um direito dele. Mas daí a desrespeitar a religiosidade alheia...
Cheios de fúria, malhamos o professor durante uns dez minutos e, quando já o estávamos sentenciando à fogueira eterna, ele retornou. Mas nem percebeu a hostilidade. Já entrou falando:
_ Então, como ia dizendo, podíamos montar várias salas separadas e colocar umas 20 pessoas em cada uma. É verdade que cada treinador teria de repetir a mesma apresentação várias vezes, mas...Por que vocês estão me olhando desse jeito??
_ Bom, falando em nome do grupo, professor, essa coisa aí de peripatético, veja bem...
_ Certo! Foi daí que me veio à idéia. Jesus se locomovia para fazer pregações, como os filósofos também faziam, ao orientar seus discípulos. Mas Jesus foi o Mestre dos Mestres, portanto a sugestão de usar o Sermão da Montanha foi muito feliz. Teríamos uma bela mensagem moral e o deslocamento físico...Mas que cara é essa?? Peripatético quer dizer “ o que ensina caminhando”.
E nós ali, encolhidos de vergonha. Bastaria um de nós ter tido a humildade de confessar que desconhecia a palavra que o resto concordaria e tudo se resolveria com uma simples ida ao dicionário. Isto é, para poder ensinar, antes era preciso aprender e finalmente aprendemos duas coisas: A primeira é: o fato de todos estarem de acordo não transforma o falso em verdadeiro. E a segunda é que a sabedoria tende a provocar discórdias. Mas a ignorância é quase sempre unânime.”
*Max Gehringer é consultor e palestrante.



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domingo, 9 de agosto de 2020

A SIMPLICIDADE DAS COISAS COMO RESULTADO

Hoje gostaria de trocar uma idéia com vocês, sobre o que torna um trabalho simples de ser feito.

O filósofo francês Gusdorf conta que um grande pintor, tendo feito em algumas sessões o retrato de um freguês, teve que ouvir deste a objeção que o preço exigido era muito alto por algumas horas de trabalho. "Algumas horas? na verdade foi toda uma vida !” respondeu o artista.
Em outras palavras o que Gusdorf, estava querendo dizer é que a aparente simplicidade do trabalho é resultado de muita disciplina e domínio das dificuldades.

Assim sendo,  a perfeição não é a ausência de obstáculos, mas o desenvolvimento da capacidade de dominá-los e superá-los.

Interessante essa visão. Aliás, em um outro post escrevi algo que retrata exatamente essa situação, escrito de uma forma mais “lúdica”, trata-se da FÁBULA DO CALDEIREIRO, vale a pena ver:
Encerro, repetindo uma frase da professora e filosofa Maria Lúcia de Arruda Aranha:

“Se lembrarmos a relação entre desejo e vontade será preciso admitir que o conhecimento de si e das circunstâncias não se faz sem tentativas e fracassos inevitáveis.”

Concordo plenamente e acrescento ainda que o esforço contínuo nos faz aprimorar, as pessoas querem ter sucesso, mas esquecem da necessidade desse aprimoramento, sobre isso encerro com uma frase que gosto muito: 


“O único lugar onde o sucesso vêm antes do trabalho é no dicionário”

Vale a reflexão

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