sábado, 31 de dezembro de 2016

FINAL DO ANO, TEMPO DE REFLEXÃO !




E Deus dividiu o tempo:Em semanas para que possamos nos refazer e ser melhor do que a semana passada;
Em meses, para que possamos ter atitudes melhores do que feitas no mês anterior;
Em anos, para que possamos refletir sobre tudo que passamos no "ano velho" e verdadeiramente possamos transformá-lo em aprendizado para o "ano novo".

Estive pensando, como o melhor aprendizado é aquele que vem como superação de erros.
Erre mesmo !

Mas observe aprenda com eles!
Faça diferente aquilo que você percebeu que pode melhorar.

Erre mesmo !
Observe parentes, amigos, colegas, conhecidos seja melhor do que eles, veja o que eles fazem ou fizeram e o que você pode fazer para melhorar e superá-los.

Mesmo que você venha a conhecer ricos que são pobres de espirito,
Mesmo que você venha a conhecer empresários, que não sabem bem administrar atitudes;
Mesmo que você venha a conhecer executivos e profissionais "que se acham" se gabando pela posição que ora ostentam, ( mal sabem que o Jatobá, também cai com a tempestade, enquanto a arvoresinha, se dobra com o vento, perseverando e ficando de pé);
Mesmo que você venha conhecer pessoas que se consideram mestres, mas que tem atitudes de aprendizes ( a boca fala aquilo que o coração está cheio);
Mesmo que você venha conhecer cristãos que na verdade não passam de religiosos, pois estão mais próximos da religião do que de Deus ( com suas atitudes hipócritas, falsas e mentirosas, coniventes com coisas erradas e convenientes quando lhe interessam);

Mesmo assim, observe-as atentamente e faça de sua observação um aprendizado!
Vá ao encontro de sua verdadeira vocação positiva, se refazendo como o tempo refaz, transformando segundos em minutos, em horas, em dias, em meses em anos.



Se eu puder te dar uma dica para o ano novo diria:

Erre mesmo!

Porque só tem possibilidade de errar, quem faz, quem se move, quem se mexe!

Mas não esqueça, aprenda com os erros !

Desejo a você um feliz ano novo, repleto de erros e aprendizado, de realizações e vitórias, de muita saúde.


Sinceramente, muito obrigado por seus e-mails, por sua companhia ao longo dessas semanas, de compartilhamento todas as segundas-feiras de textos, dicas, artigos e idéias.

 
Termino esse post, com um poema que gosto muito:
 

ANO QUE VEM
Carlos Drummond de Andrade

 
"No ano que vem,
Vou fazer um check-up,
Reformar os meus ternos,
Vou trocar os meus móveis,
Viajar no inverno,
Como convém.


No ano que vem,
Vou fazer vestibular,
Vou tocar clarineta,
Aprender a dançar valsa Fox-trot ou salsa,
Como convém.


No ano que vem,
Vou tratar dos meus dentes,
Visitar uns parentes,
Vou limpar o porão,
Vou casar na igreja,
Como convém.


No ano que vem,
Vou pagar minhas dívidas,
Apagar minhas dúvidas,
E trocar meu carro,
E largar o cigarro,
Como convém.


Vou plantar uma rosa,
como convém
No ano que vem
E escrever um romance,
E fazer exercício,
Desde o início,
Como convém.


E fazer uma plástica,
O ano que vem,
E ficar destemido,
Decorar um poema,
E escrever pra você,

Como convém.

No ano que vem,
Vou soltar busca-pé,
Vou comer manga espada,
E sentar na calçada até.



E vou me converter
no ano que vem,
Registrar a escritura,
Vou pagar promessa,
E andar mais depressa
Como convém.

No ano que vem,
Vou fazer regime,
Viajar para a França,
E estudar esperanto,
E entrar para a política,
E me candidatar,
Por que não?


Se não der, no entanto
Neste ano que vem,
Vou deixar de cobrança
Do que fiz ou não fiz,
Neste ano que vem
Quero como convém,

Ser apenas, Feliz!"

 
Feliz 2017 e até nosso próximo encontro!


um abraço,


"ALTEMARKETING"
 
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sábado, 24 de dezembro de 2016

SIGNIFICADO DO NATAL






A VERDADE:

Estava eu interessado em saber o significado e pesquisando na internet deparei-me com uma explicação interessante no site  http://pt.wikipedia.org/wiki/Natal

(... ) “A celebração do Natal de Jesus foi instituída oficialmente pelo Papa Libério, no ano 354 d.c..

Segundo estudos, a data de 25 de dezembro não é a data real do nascimento de Jesus. A Igreja entendeu que devia cristianizar as festividades pagãs que os vários povos celebravam por altura do solstício de Inverno.

Portanto, segundo certos eruditos, o dia 25 de dezembro foi adotado para que a data coincidisse com a festividade romana dedicada ao "nascimento do deus sol invencível", que comemorava o solstício do Inverno. No mundo romano, a Saturnália, festividade em honra ao deus Saturno, era comemorada de 17 a 22 de dezembro; era um período de alegria e troca de presentes. O dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus persa Mitra, o Sol da Virtude.

Assim, em vez de proibir as festividades pagãs, forneceu-lhes um novo significado, e uma linguagem cristã.” ( ...)

Ao ler o texto acima, compreendi que talvez seja um dos motivos, que algumas religioes, não comemoram o NATAL, porque é uma data imposta pela igreja católica.

MINHA OPINIÃO:

Ora, se ninguém sabe a data certa do Nascimento de Jesus.  E ao longo do ano, pode ser qualquer dia, então porque não 25 de Dezembro?

A questão,  pra mim da Comemoração da data, passa pelo sentimento do que ela representa: O Nascimento de Jesus.

De muitos Natais que pude “comemorar” com muita comida, bebida e farra,  convidado para passar em uma casa, na hora da virada de 24 para 25, UMA ÚNICA VEZ,  houve oração de todos.

Foi muito lindo e me marcou muito:

 Os  moradores pediram para todos que estavam presentes, darem as mãos, e rezamos um PAI NOSSO  e pedimos  em oração por aqueles que NÃO estavam tendo a mesma sorte da mesa farta, da saúde, e da alegria de estarmos  felizes reunidos.

Pra mim, foi o melhor Natal e I-N-E-S-Q-U-E-C-Í-V-E-L.

ISSO SIM É O VERDADEIRO ESPIRITO DE NATAL PENSEI.

Então,  nesse NATAL,  faça isso também, esqueça por algums momentos,  a bagunça, a farra, gente bêbada, os pacotes de presente,  aquele exagero até de tanta comida e bebida que chega a ser um desperdício e se puder reunir a todos  muito bem, mas se não em silencio FAÇA VOCE UMA ORAÇÃO,.

Sendo aniversário dele ou não, Jesus Cristo, vai ouvir sua prece.

DEUS TE ABENÇOE SEMPRE

UM  FELIZ NATAL.

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VALE A REFLEXÃO



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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

SELEÇÃO DE UM CANDIDATO.



Por Max Gehringer

Vi um anúncio de emprego. A vaga era de Gestor de Atendimento Interno, nome que agora se dá à Seção de Serviços Gerais. E a empresa exigia que os interessados possuíssem – sem contar a formação superior – liderança, criatividade, energia, ambição, conhecimentos de informática, fluência em inglês e não bastasse tudo isso, ainda fossem HANDS ON. Para o felizardo que conseguisse convencer o entrevistador de que possuía essa variada gama de habilidades, o salário era um assombro: 800 reais. Ou seja, um pitico.

Não que esse fosse algum exemplo fora da realidade. Ao contrário, é quase o paradigma dos anúncios de emprego. A abundância de candidatos permite que as empresas levantem cada vez mais a altura da barra que o postulante terá de saltar para ser admitido.

E muitos, de fato, saltam. E se empolgam. E aívêm as agruras da super-qualificação, que é uma espécie do lado avesso do efeito pitico…

Vamos supor que, após uma duríssima competição com outros candidatos tão bem preparados quanto ela, a Fabiana conseguisse ser admitida como gestora de atendimento interno… E um de seus primeiros clientes fosse o seu Borges, Gerente da Contabilidade.

Seu Borges: — Fabiana, eu quero três cópias deste relatório.

Fabiana: — In a hurry!

Seu Borges: — Saúde.

Fabiana: — Não, Seu Borges, isso quer dizer “bem rapidinho”. É que eu tenho fluência em inglês. Aliás, desculpe perguntar, mas por que a empresa exige fluência em inglês se aqui só se fala português?

Seu Borges: — E eu sei lá? Dá para você tirar logo as cópias?

Fabiana: — O senhor não prefere que eu digitalize o relatório? Porque eu tenho profundos conhecimentos de informática.

Seu Borges: — Não, não.. Cópias normais mesmo.

Fabiana: — Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha criatividade. Eu já comecei a desenvolver um projeto pessoal visando eliminar 30% das cópias que tiramos.

Seu Borges: — Fabiana, desse jeito não vai dar!

Fabiana: — E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar.

Seu Borges: — Como assim?

Fabiana: — É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar. E considero isso um desperdício do meu potencial energético.

Seu Borges: — Olha, neste momento, eu só preciso das três cópias.

Fabiana: — Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro…

Seu Borges: — Futuro? Que futuro?

Fabiana: — É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui e ainda não aconteceu nada.

Seu Borges: — Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me aconteceu nada!

Fabiana: — Sei. Mas o senhor é hands on?

Seu Borges: — Hã?

Fabiana: — Hands on….Mão na massa.

Seu Borges: — Claro que sou!


Fabiana: — Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com licença que eu vou sair por aí explorando minhas potencialidades. Foi o que me prometeram quando eu fui contratada.

Então, o mercado de trabalho está ficando dividido em duas facções:

1 – Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque não têm as qualificações requeridas.

2 – E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são admitidos porque possuem todas as competências exigidas nos anúncios, mas não poderão usar nem metade delas, porque, no fundo, a função não precisava delas.

Alguém ponderará – com justa razão – que a empresa está de olho no longo prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário poderá ir sendo preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores.

Em uma empresa em que trabalhei, nós caímos nessa armadilha. Admitimos um montão de gente superqualificada. E as conversas ficaram de tão alto nível que um visitante desavisado confundiria nossa salinha do café com a Fundação Alfred Nobel.

Pessoas superqualificadas não resolvem simples problemas! Um dia um grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas fábricas e no meio da estrada, a van da empresa pifou. Como isso foi antes do advento do milagre do celular, o jeito era confiar no especialista, o Cleto, motorista da van. E aí todos descobriram que o Cleto falava inglês, tinha informática e energia e criatividade e estava fazendo pós-graduação… só que não sabia nem abrir o capô.

Duas horas depois, quando o pessoal ainda estava tentando destrinchar o manual do proprietário, passou um sujeito de bicicleta. Para horror de todos, ele falava “nóis vai” e coisas do gênero. Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a van para funcionar. Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz da vida.

Aquele ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as Empresas modernas torcem o nariz: O QUE É CAPAZ DE RESOLVER, MAS NÃO DE IMPRESSIONAR.
Vale a reflexão!


um abraço
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

O AMOR DOS ANIMAIS

Quem me conhece sabe do meu amor pelos animais, costumo brincar dizendo aos meus amigos veterinários e donos de Pet Shops e banho e tosa,  que  no mundo pode haver até pessoas que gostem IGUAL À MIM de animais porém,  MAIS DO QUE EU, não acredito....rs

Sabe, em minhas andanças profissionais, já vi verdadeiras demonstrações do amor dos bichinhos pelos seus donos. Sem dúvida, o amor de um animal, esse sim é um amor incondicional como por exemplo:

*A felicidade de uma calopsita quando o dono chega (batendo asa, assoviando, cantando o Hino Nacional) e  o que mais me pareceu comovente ao ver a cena, é pensar no tamanho do coraçãozinho do passarinho e mesmo assim demonstrando todo aquele amor.

* Um peixinho de aquário que atende pelo nome, quando o dono chama e coloca  a mão dentro do aquário  ele entra na  mão  com toda confiança, chegando a comer na mão do dono.

* Gatos de uma casa,  que ficam  no portão miando desesperados enquanto o dono vai no vizinho da frente, e só param de miar quando o dono retorna (e ainda já ouvi pessoas dizerem  que gato não se apega a pessoas...humm sei).

*Cachorros, sejam eles do tamanho e raça que forem, que não param de acompanhar seus donos, o tempo todo... (afinal, como diz o ditado popular é muito melhor ter um cachorro amigo, do que um amigo cachorro não é mesmo?).

Mas em se tratando de animais, há muitas curiosidades.

Gostaria de compartilhar com você os vídeos abaixo, e se você gosta também de bichinhos, certamente  também  gostará de assistí-los, pois são verdadeiras histórias de amizade. E claro, vale lembrar que trata-se de curiosidades e principalmente exceções que se não valem como regras, valem para nos envergonhar e servir de exemplo para sermos  mais evoluidos.

Obs:  não esqueça que quando entrar no vídeo, para retornar a essa página, clic na setinha "voltar" (canto superior esquerdo) em sua página do youtube:

Christian - O Leão ( ligue a caixa acústica, muito lindo) – AMIGOS E LEÃO
http://www.youtube.com/watch?v=t3TAJLSXOW4


ARNOLD E CINDY - PESCADOR E TUBARÃO BRANCO
http://www.youtube.com/watch?v=_0miIVYClw4&feature=related

POCHO - O AMIGO CROCODILO
http://www.youtube.com/watch?v=ZnWuOwewZSM&feature=related

LEAO 1 : JUPITER (uma história de amor) – MULHER E LEÃO
http://www.youtube.com/watch?v=XHeda6qKBT4

TOURO TOMATE ( coração do tamanho de um touro) – FAZENDEIRO E TOURO
http://www.youtube.com/watch?v=X_TywQFyllM


Sem dúvida, a raça humana tem que aprender muito com os animais !

um abraço

"ALTEMARKETING"

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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

O SINAL DE FUMAÇA


Gostaria de compartilhar com você, um texto que gosto muito:

Após um naufrágio, o único sobrevivente agradeceu a Deus por estar vivo e ter conseguido se agarrar a parte dos destroços para poder ficar boiando.

Este único sobrevivente foi parar em uma pequena ilha desabitada e fora de qualquer rota de navegação, e ele agradeceu novamente.

Com muita dificuldade e restos dos destroços, ele conseguiu montar um pequeno abrigo para que pudesse se proteger do sol, da chuva, de animais e para guardar seus poucos pertences, e como sempre agradeceu.

Nos dias seguintes a cada alimento que conseguia caçar ou colher, ele agradecia.

No entanto um dia quando voltava da busca por alimentos, ele encontrou o seu abrigo em chamas, envolto em altas nuvens de fumaça.

Terrivelmente desesperado ele se revoltou, gritava chorando:

"O pior aconteceu! Perdi tudo! Deus, por que fizeste isso comigo?"

Chorou tanto, que adormeceu, profundamente cansado.

No dia seguinte bem cedo, foi despertado pelo som de um navio que se aproximava.

-"Viemos resgatá-lo", disseram.

-"Como souberam que eu estava aqui?", perguntou ele.

-"Nós vimos o seu sinal de fumaça"!

LEMBRE-SE:
É comum sentimo-nos desencorajados e até e até desesperados quando as coisas vão mal.

Mas Deus age em nosso benefício, mesmo nos momentos de dor e sofrimento.

Se algum dia o seu único abrigo estiver em chamas, esse pode ser o sinal de fumaça que fará chegar até você a Graça Divina.

Convido você a ouvir a música abaixo, que tem tudo a ver com o tema de hoje:



Realmente, espero ter te ajudado.

um abraço

"ALTEMARKETING"


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sábado, 3 de dezembro de 2016

RAUL, O APOIADOR

Por Max Gehringer

SELEÇÃO DE TEXTOS DO MEU “COACH” MR. MAX.

"Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente.

Figuras sem um vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal. Figuras como o Raul.

Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um colega de classe, o Pena, que era um gênio.

Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho.

Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho – com tinta nanquim.

Já o Raul nem dava palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só, apoiar o Pena.

Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava providenciando, antes que o Pena concluísse a frase.

Deu no que deu.

O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o resto de nós passou meio na carona do Pena – que, além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas provas.

No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de ‘paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino’.
E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo.

Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional.

Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos.

E quem era o chefe do Pena? O Raul.

E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição? Ninguém na empresa sabia explicar direito.

O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal afirmação.


Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava.

Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito.

Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami, onde fica a sede da empresa.

Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite. Porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta.

E eu perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta.

O Raul apoiava. Direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer.

Foi quando, num evento em São Paulo, eu conheci o Vice-presidente de recursos humanos da empresa do Raul.

E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável:

Ele entendia de Gente!

Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos.

E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima: “Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo”.

Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas.

Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert e todo pintor comum, um gênio.

Essa era a principal competência dele.

Há grandes Homens que fazem com que todos se sintam pequenos. Mas, o verdadeiro grande homem é aquele que faz com que todos se sintam grandes.

Quem só apoia e deixa os subordinados brilharem é que faz a diferença na maioria dos casos e são exatamente esses que permitem o crescimento dos outros, que mais crescem”

*Max Gehringer é consultor e palestrante

Vale a reflexão
 
"ALTEMARKETING"

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